Auto-perdão
De que realmente trata o perdão?
Ou melhor ainda: o auto-perdão?
De perdoar os erros dos outros contra nós?
Sim, pois nos envenenamos mantendo as mágoas e rancores.
De perdoar os erros que cometemos no passado?
Passou, passou!
Mas, e perdoar os erros que insistimos em cometer?
Sim, aqueles cometidos "quase" que inconscientemente!
Mas no fundo, SABEMOS E INSISTIMOS.
Quase diariamente recorremos a alguma lembrança, ou desejo que nos mantém arraigados há algum acontecimento ou pessoa.
Quantas milhares de vezes insistimos em reviver uma cena, sempre mudando ela para "melhor", para como deveria ter sido?
E em instantes, nos punimos por não conseguir sair desse loop emocional.
Sim, esse "erro" consciente é cometido sem nos culparmos?
Não seria isso o auto-perdão?
Seria ser perfeito e não errar mais?
Ou seria reconhecer nossos vícios e fraqueza e cometê-los sem culpa?
Claro que nossa alma nos cobra evolução e superação. Afinal, é para isso que estamos aqui.
E é absolutamente necessário avaliar se não há prejuízo a alguém ou até a nós mesmos.
Mas ficar nos torturando pelos nossos "maus hábitos" ajuda em algo?
Enfim, esse exercício do auto-perdão nunca se propôs a ser fácil.
Mas quanto mais nos empenhamos, mais difícil ele se mostra.
Até que um insight nos liberta.
E finalmente, nos damos conta que é melhor nos permitirmos termos alguns pequenos erros, alguns pequenos "maus hábitos" sem culpa, do que a ilusória busca da perfeição nesse mundo 3D de energias densas.
Ou melhor ainda: o auto-perdão?
De perdoar os erros dos outros contra nós?
Sim, pois nos envenenamos mantendo as mágoas e rancores.
De perdoar os erros que cometemos no passado?
Passou, passou!
Mas, e perdoar os erros que insistimos em cometer?
Sim, aqueles cometidos "quase" que inconscientemente!
Mas no fundo, SABEMOS E INSISTIMOS.
Quase diariamente recorremos a alguma lembrança, ou desejo que nos mantém arraigados há algum acontecimento ou pessoa.
Quantas milhares de vezes insistimos em reviver uma cena, sempre mudando ela para "melhor", para como deveria ter sido?
E em instantes, nos punimos por não conseguir sair desse loop emocional.
Sim, esse "erro" consciente é cometido sem nos culparmos?
Não seria isso o auto-perdão?
Seria ser perfeito e não errar mais?
Ou seria reconhecer nossos vícios e fraqueza e cometê-los sem culpa?
Claro que nossa alma nos cobra evolução e superação. Afinal, é para isso que estamos aqui.
E é absolutamente necessário avaliar se não há prejuízo a alguém ou até a nós mesmos.
Mas ficar nos torturando pelos nossos "maus hábitos" ajuda em algo?
Enfim, esse exercício do auto-perdão nunca se propôs a ser fácil.
Mas quanto mais nos empenhamos, mais difícil ele se mostra.
Até que um insight nos liberta.
E finalmente, nos damos conta que é melhor nos permitirmos termos alguns pequenos erros, alguns pequenos "maus hábitos" sem culpa, do que a ilusória busca da perfeição nesse mundo 3D de energias densas.
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